2 de dezembro de 2013

Marcelo Déda Chagas

                                             MORRE O GOVERNADOR DO ESTADO DE SERGIPE
 
Marcelo Déda Chagas: Governador de Sergipe
A ENCICLOPÉDIA DA POLÍTICA SERGIPANA.

Nesse momento não há dor; não há sofrimento;
Você caminhou com bravura, sensibilidade, ética, dignidade e muito amor aqui na terra;
Na sua trajetória política sempre transmitiu sabedoria e sua ações sempre iluminaram grandes ensinamentos políticos e sociais, como era de seu costume e dos seus belos e esplendidos pronunciamentos;
Incansavelmente pedia pediu ao povo sergipano  humildade e respeito às leis;
Soube mostrar seus talentos sem abafar os talentos dos companheiros;
Ocupou cargos importantes e fez deles uma maneira a mais de servir aos sergipanos;
Foi um ser humano brilhante, sábio e amoroso com seus familiares;
Você sempre teve a capacidade de aprender com os outros, sem perder sua identidade própria;
Amava e respeitava profundamente a natureza, assim como as pessoas com quem convivia;
Perpetuou  seus princípios éticos, seus valores e a essência do amor e da família, que  tanto cultivou e, com certeza nos deixará esse precioso legado; raro, muito raro, na sociedade de hoje em dia;
A  família sergipana, DÉDA, será sempre grata  a você, aos seus ideais de realizações e de amor a Sergipe, e lhe agradece de perto ou de longe, aonde quer que você esteja nesse momento.
Você foi o maior político Sergipano.
Companheiro, aceite a vontade de DEUS sem abrir mão da sua responsabilidade de tomar decisões em prol do povo sergipano, como sempre o fez com vontade, confiança e amor à sua terra querida;
Você agora faz parte do universo e já é uma peça importante na engrenagem criada por DEUS para novos desafios;
Paz; muita paz, e  continue sempre líder,  para dar continuidade eterna às suas obras e aos seus ideais, agora lá no reino do senhor. Vá com Deus..

Sua história:

Nasceu em 11 de março de 1960, na Rua Cônego Andrade, 182, na cidade de Simão Dias, situada a 110 km de Aracaju. É o mais novo de uma família de cinco irmãos, cujos pais são o senhor Manoel Celestino Chagas e dona Zilda Déda Chagas.  Durante os anos de ensino fundamental, Déda  freqüentou uma das instituições mais tradicionais do interior de Sergipe - o Grupo Escolar Fausto Cardoso - na Praça Barão de Santa Rosa em Simão Dias. Em 1969, seus pais foram morar em Aracaju e o caçula continuou no interior com sua tia Eunice Oliveira. Mulher muito religiosa, foi responsável pela formação católica do sobrinho que chegou a ser coroinha ao lado do Monsenhor João Barbosa, na Matriz de Nossa Senhora Sant'Anna. 

Em 1973, aos 13 anos, ele deixou a cidade para estudar em Aracaju, no Atheneu Sergipense, tradicional escola pública. Sua família se instalou no bairro São José, onde seus pais moram até hoje. A paixão pela literatura veio mais tarde, aos 15 anos de idade, quanto teve contato com a biblioteca do avô José de Carvalho Déda, um autodidata conhecido como Zeca. Apesar de ter convivido muito pouco com o avô, pois ele morreu quando Marcelo Déda tinha apenas oito anos, as influências foram decisivas na sua formação. Déda estudou no Colégio Atheneu até a conclusão do 2º Grau. Nessa fase, conheceu Edgar Barbeiro, um comunista que, para ele, se confundia com a esquerda de Sergipe. Começou a ler os livros de Jorge Amado, textos de esquerda e acompanhar a eleição de 1974. Foi o início da sua paixão pela política, alimentada pela leitura de jornais alternativos da época como "Pasquim", "Movimento" e "Opinião". 

O primeiro movimento reivindicatório que Marcelo Déda participou e a primeira greve aconteceram no Colégio Atheneu em 1979, quando ele mobilizou os colegas do terceiro ano contra a compra da farda de gala no final do antigo 2º grau, período em que os alunos já estavam deixando a escola, por considerar um desperdício tal investimento só para o desfile de sete de setembro. A união entre sua turma e a turma da manhã culminou numa suspensão e todos foram obrigados a desfilar no dia comemorativo, mas com a farda comum.  Ainda no Atheneu,  Déda engajou-se nos movimentos culturais. Em 1977, foi presidente do cineclube do Colégio Atheneu Sergipense. Foi cineasta amador na Bitola Super/8mm, e em 1979 chegou a ser condecorado com o Prêmio Especial do Júri no Festival de Cinema Amador de Sergipe. Na área cinematográfica, fundou com amigos o Cine Clube do Diretório Central dos Estudantes (DCE) já na Universidade Federal de Sergipe (UFS), onde cursou Direito entre os anos de 1980 e 1984.


Déda e a fundação do PT.

Com uma câmara Super 8, Marcelo Déda filmou em 1981 a segunda visita de Lula ao Estado de Sergipe. A primeira deu-se em 1978, quando o atual presidente da República ainda era dirigente sindical. No carnaval de 81, também filmou toda a luta de Santana dos Frades - os jagunços armados, a retomada dos posseiros, a missa rezada por D. José Brandão. Nesse período também ocorre a fundação do PT. Esses filmes são exibidos no interior de Sergipe ou em Aracaju. As pessoas assistiam às cenas e a partir dessas exibições faziam os debates. "O Movimento Social de maior peso que apostou na construção do PT, foi o Movimento Estudantil da UFS, na época dirigido pela tendência Atuação, que tinha derrotado em duas eleições consecutivas o pessoal que articulava com a chapa Construção, vinculada ao PCB, na época", relata.

Em 1982, na primeira eleição do PT, Déda é lançado candidato a deputado estadual. Estava com 22 anos e obteve apenas 300 votos. "A prática mostrou que a política não era tão fácil assim. Não basta você ter certeza da sua verdade, é preciso que as outras pessoas acreditem nela". Entre 1980 e 1981, Déda foi aprovado em concurso para trabalhar no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura). Dividido entre o trabalho, os estudos, a militância política e a família, ele reduz significativamente sua militância no Movimento Estudantil, saindo do DCE e passando a atuar no CONSU (Conselho Universitário) e no CONEP (Conselho de Ensino e Pesquisa). "Foi a primeira vez que ocupei uma cadeira num ‘parlamento'", diz brincando.
Em 1984, explodiu a campanha das Diretas. Naquele momento, Marcelo Déda ingressou no processo de mobilização e começou a participar de comícios em todo Estado. Para ele, o Brasil descobriu nessa campanha que era possível fazer política com alegria, sem ódio. No dia 26 de fevereiro de 1984, um comício reuniu mais de 30 mil pessoas em Aracaju com as presenças de grandes nomes da política brasileira como Lula e Ulisses Guimarães. Déda é pai de quatro filhos, sendo três filhas (Marcela, Yasmim e Luísa), do primeiro casamento, e o caçula, João Marcelo, fruto de sua união com a repórter-fotográfica, Eliane Aquino, primeira-dama do Estado, que sempre marcou sua atuação pela defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes menos favorecidos. No Governo de Sergipe, ela é responsável pelo Comitê de Políticas Públicas Integradas, que cuida da integração dos projetos na área social.

Imagens : Click AQUI

Fonte de pesquisa: Agência Governo de Sergipe.
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