19 de janeiro de 2013

PODELA !

Aconteceu no Cacete Armado do cumpadi Fugêncio!
Um sergipano cabra da peste tinha uma vendinha chamada 'Cacete Armado" bem no miolo do sertão; vendia de tudo: Comida, pinga, foice, celular, linguiça, torresmo, feijoada, coisas de couro, ferrari, bmw, peças de boing 737; enfim, tudo o que você precisasse o cumpadi Fugêncio arrumava rapidin, rapidin!

Então; num certo dia, um carioca, folgado, estressado e azuado  soube atravéz de uma dessas "redes sociás", do cacete armado e resolveu pregar uma peça no cumpadi Fugêncio.

Click AQUI e saiba como sasucedeu o causo.
Segue o acontecido:  Causo verídico mermo

CARIOCA: Aí meu chapa, ouvi dizer que neste cacete armado tem de tudo!
SERGIPANO: - Pois é cumpadi, tem umas coizinhas sim. Temo de tudo!
CARIOCA: -  O amigo tem PODELA?
SERGIPANO (meio surpreso): -Após alguns segundos diz; hoje eu não tenho não, mas se passar aqui amanhã eu vou ter, e do mió..                                                   
CARIOCA: Legal, então amanhã eu passo aqui. 
O Carioca saiu fora deixando o Sergipano encafifado. Não era pra menos. Ele havia inventando a palavra PODELA lá na hora, só pra enganar o cumpadi Fugêncio. 

- Podela, podela, podela; que porra é essa ? - Pensou o Sergipano.
No final da tarde, o nordestino cabra da peste fechou o cacete armado e saiu a andar e perguntar se alguém sabia o que era podela, mas ninguém sabia. Com medo de que seu cacete armado perdesse a fama, o Sergipano desesperado foi para casa, tomou umas pingas, comeu uma tremenda feijoada com charque, dois carangueijos, 03 sarôios e encerrou a noitada abufelando um baião de dois e ainda comeu uma bela sobremesa de doce de batata-doce bem quente com uma pinga oficiá de alambique e foi deitá. Lá pras tantas da madruga deu um vento nos miolo dele e tcham!!!!!
Acordou com uma tremenda caganeira (Diarréia pros VIPs), foi no banheiro e cagou aquele barro que nem ele conseguia aguentar o cheiro, ai pensou num jeito de lascar o Carioca; colocou aquela coisa num forno bem quente e, após algumas horas, tirou do forno já bem seco e moeu até virar pó e a empacotou. 
Quando amanheu o dia, pegou o pacote e foi pro cacete armado. Pouco depois chegou o Carioca louco para ver a cara do Sergipano Fugêncio ao dizer que não tinha sua dita cuja encomenda.

Ocorreu então a seguinte conversa: 
Carioca: - E aí Sergipano, conseguiu a minha encomenda?
Sergipano: - Oxe cumpadi, consigui sim, tá aqui; quer dar uma beiçada na bichinha?
Carioca (cabreiríssimo) : -Tá legal, me dá aí e puto da vida, encheu a mão daquele pó  botou na boca; cuspiu fora e disse arretado:

-  Pô, meu, isto aqui parace com merda! 
SERGIPANO: Merda não véio, É o 
"PÓ DELA"
.


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