30 de junho de 2008

Julgar o Próximo!

-> Cada um julga com os elementos que possui.

Quanto mais somos ignorantes, menos elementos possuímos, e quanto menos elementos possuímos, mais rápidas e absolutas são nossas conclusões.

Ao contrário, quem possui mais conhecimento e, com isso, mais elementos para julgar, não chega a conclusões simplistas, rápidas e absolutas.

Logo, quem mais se aproxima da verdade é quem julga lentamente, sem absolutismo, mas com profundidade.

Então, quem julga, lançando seu julgamento sobre os outros, em última análise julga a si mesmo, e com seu julgamento, se revela.

Pelo fato: de ele não poder julgar senão conforme seu tipo de pensamento e natureza, com o seu julgamento são descobertos seu pensamento e sua natureza.

A melhor maneira de se chegar a conhecer uma pessoa é a de observar os seus julgamentos a respeito dos outros.

Quando alguém cai na ilusão, de supor que, julgando os outros, está assim pondo-os a descoberto e colocando-se acima deles, na realidade, apenas se está submetendo a julgamento, descobrindo-se e mostrando a todos seus próprios defeitos.


Pietro Ubaldi, in "A Lei de Deus")
Fonte de Pesquisa: Internet

Um comentário:

  1. De grande sabedoria.
    Li e admirei muito este texto sobre julgamento.

    Sirlene /Altinopolis SP

    ResponderExcluir

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